A Câmara Municipal de São Carlos celebra nesta segunda-feira (8), o Dia Internacional da Mulher, com a realização de uma sessão solene às 20 horas, comemorativa aos 100 anos da instituição desta data, na qual serão prestadas homenagens a mulheres que atuam em diversos setores da comunidade são-carlense.
[lm]
Receberão homenagens, por indicação dos parlamentares, as senhoras Adélia Lagoi de Campos, Amanda Galvão de Almeida Pinto, Ângela Amorim Bento, Dalva Ferreira Grande, Esmeralda Pulgrossi, Fátima Aparecida Morin da Penha, Ignês Lourdes Francisco Medeiros,Laura Marcello Caligiuri, Mirleni Simões Severo, Silvia Antonia Aparecida Donatti, Shirley Áurea do Amaral e Sueli Aparecida Voletti Guerrero.
Também será homenageada a vereadora Laíde Simões (PMDB), a única vereadora da atual legislatura e presidente da Comissão de Legislação, Justiça e Redação do Legislativo.
A sessão solene cumpre a lei municipal No. 11.168, de 1996, que instituiu a Semana da Mulher em São Carlos.
“O Dia Internacional da Mulher é uma data de celebração das conquistas alcançadas pelas mulheres ao longo destes cem anos e ao mesmo tempo de reafirmação de que a luta pela igualdade de direitos tem continuidade”, disse o presidente da Câmara Municipal, Lineu Navarro (PT), que no ano passado foi autor da lei que estendeu a licença-maternidade para 6 meses no serviço público municipal. De acordo com ele, ao comemorar o 8 de março enaltecendo a atuação de mulheres que atuam em diferentes segmentos da sociedade, a Câmara renova o seu compromisso com as ações em defesa da valorização da contribuição das mulheres na construção de uma sociedade socialmente mais justa e igualitária.
As homenageadas, conforme enfatizou, “representam e simbolizam dignamente as mulheres são-carlenses que com determinação, dedicação, amor e sensibilidade trabalham, mesmo que anonimamente, por uma sociedade melhor”.
O Dia Internacional da Mulher, celebrado em a 8 de Março tem origem nas manifestações femininas por melhores condições de trabalho e direito de voto, no início do século XX na Europa e nos Estados Unidos. Em 1910, a alemã Clara Zetkin propôs, durante a 2a Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, realizada em Copenhague, na Dinamarca, o dia dedicado à celebração e afirmação da luta das mulheres por igualdade, autonomia e liberdade. A data relembrava o ocorrido em 1857 quando 129 operárias de uma fábrica de tecidos de Nova York foram mortas ao lutar por redução de jornada de trabalho.